quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Caros leitores do Jornal Local, caros vizinhos do STIEP.
STIEP.
Aproveitando a oportunidade da comemoração dos 41 anos de existência do STIEP, gostaria de convidá-los para, neste momento, repensarmos o quanto estivemos envolvidos durante estes anos com os sucessos e também com os problemas que afligem os moradores do nosso bairro. Houve um momento, há dois anos atrás, quando elegemos a nova Diretoria da Associação de Moradores, que cheguei a pensar que partiríamos para novos momentos de atuação na comunidade, podendo reunir forças e mentes bem intencionadas na direção de conquistas importantes para todos nós e também para aqueles que estariam nos assistindo ou na observância do nosso trabalho. Pensei que poderíamos realizar reuniões, inicialmente para congregar esforços, reunir ideias e a partir disso propor mudanças tão almejadas por aqueles que acreditaram na força e na intenção da nova diretoria. A proposta inicial era muito bem colocada, por escrito, constituindo um pequeno projeto com bons objetivos e conteúdos bastante relevantes, resultante em toda sua extensão da grande experiência acumulada por Hendrik Aquino, que nos deu suporte suficiente para o início bem sucedido de uma nova caminhada. Desse modo, mesmo considerando que todos aqueles envolvidos na equipe inicial de trabalho não tinham experiência nesta área de atuação, esperávamos, eu e muitas outras pessoas, que pudéssemos ter fôlego para dar ao menos os primeiros passos. Da minha parte, esperava poder realizar algo relativo à questão ambiental, inicialmente apenas desenvolver um processo de sensibilização para que pudéssemos então partir para ações mais relevantes. Confesso que fiquei a esperar por uma primeira reunião que nunca aconteceu. Nem mesmo a tentativa de realizá-la com este caráter: de uma reunião formal pera traçar os primeiros passos e saber com quem estaríamos contando neste trabalho. Cheguei a entrar em contato com um dos componentes da diretoria por telefone mas, sob a alegação de que não havia recursos para a realização dos trabalhos, permaneceu-se na inércia. De lá para cá, quanto tempo se foi não é mesmo? Então que fazer agora? Há alguém interessado pelo destino do STIEP? COMO IREMOS COMEMORAR MAIS UM ANO DE VIDA DO BAIRRO? A Praça nova está para ser inaugurada não é mesmo? Qual a relevância de sua existência? A quem e a que irá servir? O que tem a ver a Associação de Moradores com tal evento, considerando-se que nesta própria Praça poderão ser feitas reuniões, encontros de trabalho para coordenar ações que poderão ser realizadas na Praça? Estas e outras questões ficam esperando por respostas daqueles que quiserem se manifestar e dizer que ainda há tempo para agir desde que saibamos o que precisa ser feito e que não se pode prescindir da participação coletiva nesta questão. Um abraço a todos e parabéns para o nosso bairro.

Antonieta Maria Rizzo

Moradora do bairro há 30 anos.

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